Todas as peças são únicas.
Não há trabalho pautado na repetição mecânica, mas sim no gesto, na presença e na espontaneidade.
Ainda assim, existem criações que pertencem a determinadas linhas, nas quais é possível revisitar intenções e materiais, explorando uma certa continuidade.
As peças singulares, porém, não integram nenhuma linha: existem por si mesmas, unicas e irrepetíveis.